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		<title>Podcasts do Prof. Pe. Vergilio</title>
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		<description>Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho. Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!</description>
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		<itunes:subtitle>Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.</itunes:subtitle>
		<itunes:author>jvergilio</itunes:author>
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		<itunes:category text="Arts"></itunes:category>
		
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				<title>O Estudo da Escatologia</title>
				<itunes:subtitle>Escatologia</itunes:subtitle>
				<itunes:summary><![CDATA[<p>Apalavra escatologia é  formada  de duas  palavras  gregas: eschatos = último, fim e lógos =palavra, discussão, instrução, ensino, assunto, tema. Portanto escatologia é oestudo do fim ou o estudo das últimas coisas, ou ainda o estudo dos últimosdias.</p> <p>Váriaspassagens das Escrituras empregam a palavra eschatos juntamente com heméra =dia. Assim temos eschatê heméra = último dia, usado em Jo 6,39 e 7,37. Aprimeira ocorrência  se refere ao últimodia da ressurreição, um dia escatológico, enquanto que a segunda apenas fazalusão ao último dia da festa de casamento. Temos eschatais hemerais = últimosdias em At 2,17; 2 Tm 3,1; Tg 5,3; e eschatou tôn hemerôn = últimos dias emHb1,2. Todas estas passagens aludem ao período de tempo entre a 1ª e a 2ªvindas de Jesus. Os últimos dias iniciaram-se com a 1ª vinda de Jesus que veiona “plenitude do tempo”(Gl 4,4), pois o tempo anterior da dispensaçãoda lei já estava cumprido (Mc 1,15; Lc 16,16). Estamos vivendo os últimos dias.Esse período de tempo que a Bíblia chama de últimos dias, recebe ainda outrasdesignações, tais como: “tempo aceitável… dia da salvação”(Is 49,8) ou “ano aceitável do Senhor”(Is 61,2a); “dispensaçãoda plenitude dos tempos” (Ef 1,10) ou “dispensação da raça”(Ef 3,2)<a title="" href="https://cleofas.com.br/escatologia-o-que-e/#_ftn1">1</a> ou“dispensação do mistério” (Ef 3,9); “tempo daoportunidade”, “tempo sobremodo oportuno”, “dia dasalvação” (2 Cor 6,2), “tempos oportunos”   (2 Tm 2,6), “tempos devidos”(Tt 1,3); “hoje” (Hb 3,7,15; 4,7.8); “fins dos séculos”  (1 Cor 10,11); “última hora”(1 Jo 2,18).</p> <p>Duranteeste período a Igreja tem a incumbência de proclamar o evangelho antes quevenha o “grande e terrível dia do Senhor” (Ml 4,5), que porá fim aosúltimos dias, para inaugurar o “dia da vingança do nossoDeus”(Is 61,2b).</p> <p>ABíblia é categórica em afirmar a existência de três dias (considerados comoperíodos) nos quais se deve fazer distinção quanto ao programa de Deus paracada um deles. O dia do homem é o dia da salvação, dia de oportunidade. O diado Senhor e o dia de Cristo<a title="" href="https://cleofas.com.br/escatologia-o-que-e/#_ftn2">2</a> é dia do arrebatamento da Igreja e de tribulaçãopara Israel, e de castigo para os gentios (conforme o pré-milenismo). O dia deDeus é o dia quando  “os céusincendiados serão desfeitos e os elementos abrasados se derreterão”( 2Pd 3,12). Inicia-se no dia do juízo final, e talvez (conforme o amilenismoou pós-milenismo), o dia do fim (1 Cor 15,24), quando “Deus será tudo emtodos” (1Cor 15,28).</p>]]></itunes:summary>
				<description>Escatologia</description>
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				<author>jvergilio@hotmail.com (Pe. Vergilio)</author>
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				<itunes:keywords>Escatologia</itunes:keywords>
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				<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 17:25:00 +0000</pubDate>
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				<title>Sacramentalidade na Igreja</title>
				<itunes:subtitle>Sacramentos</itunes:subtitle>
				<itunes:summary><![CDATA[<p>Assim como a Igreja faz os sacramentos, estes também fazem a Igreja. Os sacramentos comportam uma identidade originariamente eclesial. Embora alcancem de modo característico fiéis determinados em momentos precisos e "kairóticos" de sua existência, eles sempre dizem respeito à Igreja toda, assim como a graça é dirigida ao todo (Corpo eclesial) e do todo às partes (membros). Não apenas vinculam ou reforçam o vínculo do fiel (ou fiéis) com a comunidade (o que aliás constitui um dos efeitos salutares de todos os 7 sacramentos), mas também possibilitam que o conjunto da comunidade, de forma acolhedora, solidarize-se com o fiel, participando, a seu modo, dos dons sacramentalmente festejados. Portanto, uma visão individualista da recepção dos sacramentos torna-se incompatível com uma sacramentologia de cunho libertador, em cuja ótica a força do indivíduo esteja dada, (se faz notar) precisamente, em sua pertença à comunidade.</p>]]></itunes:summary>
				<description>Sacramentos</description>
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				<author>jvergilio@hotmail.com (Pe. Vergilio)</author>
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				<itunes:keywords>Sacramentos</itunes:keywords>
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				<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 17:22:53 +0000</pubDate>
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				<title>O Estudo da Eclesiologia</title>
				<itunes:subtitle>Eclesiologia</itunes:subtitle>
				<itunes:summary><![CDATA[<p>Eclesiologia é o esforço de razão que todo homem de fé faz, lançando mão dos recursos instrumentais racionais de que dispõe, no sentido de entender e aprofundar seu conhecimento dos dados da fé referentes ao significado e estrutura que Jesus quis atribuir à sua Igreja. Trata-se de um pensamento humano (ainda que iluminado pela fé) sobre a Igreja, e, porque humano, pode ser inadequado, estreito e rígido. Como consequência, pode vir a atrapalhar o desempenho de uma pastoral adequada, que sempre depende da nossa ideia de Igreja, e, em particular, a pastoral específica que visa conseguir que todos os cristãos e todas as Igrejas cristãs cheguem a realizar concretamente a unidade que Jesus quis e quer para a sua Igreja aqui na terra.</p> <p>Por isso importa refletirmos sobre alguns enfoques de eclesiologia, já bastante firmes ao nível de declarações do magistério da Igreja Católica ou da teologia, que de modo particular sirvam para abrir a Igreja e seus esforços na direção do ecumenismo. Este significa precisamente o empenho que todos os cristãos devem fazer no sentido de reobterem a unidade perdida.</p> <p>Falarei para católicos e do ponto de vista católico, honestamente admitindo e concedendo que os outros cristãos discutam os nossos pontos de vista no diálogo ecumênico, uma vez que, aí, nenhuma Igreja tem por princípio direito de “enfiar goela abaixo” os seus pontos de vista às outras Igrejas sem que sejam cotejados com a vontade de Jesus mesmo, sobre sua Igreja. Porque, como veremos, termo e critério da reunificação da Igreja é Jesus mesmo e não nenhuma Igreja das atuais na precisa forma em que se encontra. A vontade de Jesus sobre a sua Igreja há de ser buscada por todas as Igrejas, inclusive pela Igreja Católica. E também esta deixa a desejar.</p>]]></itunes:summary>
				<description>Eclesiologia</description>
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				<author>jvergilio@hotmail.com (Pe. Vergilio)</author>
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				<itunes:keywords>Eclesiologia</itunes:keywords>
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				<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 17:20:17 +0000</pubDate>
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				<title>O Estudo da Mariologia</title>
				<itunes:subtitle>Mariologia</itunes:subtitle>
				<itunes:summary><![CDATA[<p>A formulação da palavra “mariologia” foi feita pelo siciliano Plácido Nigido, que usando o nome de seu irmão Nicolau publicou, em Palermo, no ano de 1602, a sua obra mariana. “Mariologia” é um termo grego, que significa “discurso” ou “estudo” de Maria.</p> <p>A mariologia é a parte da teologia que estuda a figura, o mistério, a missão e o significado de Maria na história da salvação. É “a ciência teológica que investiga, esclarece e aprofunda a presença atuante de Nossa Senhora no mistério de Cristo e da Igreja” (Ir. Aleixo Maria Autran, marista e escritor mariano).</p> <p>Paulatinamente, os cristãos, que têm sede de compreender melhor os fundamentos de sua fé, vão descobrindo a importância e o valor da mariologia, realizando estudos em seus grupos, comunidades, centros culturais, academias, associações, institutos e faculdades.</p>]]></itunes:summary>
				<description>Mariologia</description>
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				<itunes:keywords>Mariologia</itunes:keywords>
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				<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 17:17:08 +0000</pubDate>
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				<title>O Estudo da Cristologia</title>
				<itunes:subtitle>Cristologia</itunes:subtitle>
				<itunes:summary><![CDATA[<p>Jesus Cristo é o divisor dos tempos, pois estes são contados “antes de Cristo” e “depois de Cristo” no mundo inteiro. Certamente Ele revolveu a face da Terra, dignificando a pessoa humana, a família, o trabalho; em síntese… revelando o homem ao homem, como o diz o Concílio Vaticano II (GS n. 22)Durante séculos, Jesus foi considerado com puro olhar de fé; elaboraram-se então as grandes Sumas Teológicas da Escolástica (S. Tomás de Aquino, São Boaventura, João Duns Scotus …). Nos dois últimos séculos, porém, Jesus tem sido visto a partir de outras premissas que não a da fé, como a filosofia existencialista, o sociologismo, o racionalismo; também o texto dos Evangelhos tem sido submetido a estudos linguísticos e históricos mais apurados; a papirologia e a arqueologia progrediram, trazendo à tona manuscritos inéditos e documentos preciosos. Em consequência, a figura de Jesus pôde ser, de um lado, mais aprofundada; de outro, porém, sofreu distorções que pretendem tirar-lhe um tanto de sua grandeza.O presente curso não esquecerá estes aspectos novos da pesquisa cristológica; todavia estamos conscientes de que não se pode entender corretamente Jesus Cristo senão a partir da fé: “Jesus ontem hoje e pelos séculos!” (Hb 13,8)</p> <p>O curso de Cristologia é então, um curso sobre Jesus Cristo que tem por finalidade ajudá-lo a responder à questão inicial, feita pelo próprio Cristo a seus discípulos: E vós, quem dizeis que eu sou?</p> <p>O Curso é divido em quatro partes (vide ementa abaixo):</p> <p>1) Fundamentação bíblica;</p> <p>2) História do dogma cristológico;</p> <p>3) Cristologia estritamente entendida ou a Pessoa de Jesus Cristo. Procura aprofundar o mistério da Encarnação do Verbo ou a chamada “união hipostática” e suas propriedades (a graça de Jesus Cristo, a ciência e a consciência de Jesus, a sua vontade e a liberdade, as ações teândricas…).</p> <p>4) O estudo da obra salvífica de Cristo ou a Soteriologia (sotéria = salvação, em grego): a vida pública, a morte de Cristo, sua ressurreição, Ascensão e Pentecostes como eventos que nos obtiveram a salvação.Tal estudo consolida a fé e estimula a piedade. Possibilita descobrir sempre mais “a insondável riqueza de Cristo” (Ef 3,8), “no qual estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento” (Cl 2,3).</p> <p>5) Cristologias dissidentes: apresenta aos cursistas diversas teses que são contrárias ao pensamento cristológico emanado da Tradição e do Magistério da Igreja.</p> <p>6) Apresenta a cristologia do Cardeal Joseph Ratzinger, Papa Emérito Bento XVI, conforme apresentada na sua obra “Jesus de Nazaré”.</p>]]></itunes:summary>
				<description>Cristologia</description>
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				<author>jvergilio@hotmail.com (Pe. Vergilio)</author>
				<itunes:author>Pe. Vergilio</itunes:author>
				<itunes:keywords>cristologia</itunes:keywords>
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				<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 17:15:29 +0000</pubDate>
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				<title>A Teologia da Graça</title>
				<itunes:subtitle>A graça divina</itunes:subtitle>
				<itunes:summary><![CDATA[<p>A palavra “graça” tem muitos significados. Pode significar “encanto”, quando dizemos: “Ela movimenta-se pela sala com graça”. Pode significar “benevolência”, se dizemos: “É uma graça que espero alcançar na sua bondade”. Pode significar “agradecimento”, como na “ação de graças” das refeições. E ainda se podem acrescentar meia dúzia mais de exemplos em que se usa habitualmente a palavra “graça”.</p> <p>Na ciência teológica, porém, graça tem um significado muito estrito e definido. Antes de mais nada, designa um dom de Deus. Não qualquer tipo de bom, mas um que é muito especial. A própria vida é um dom divino. Para começar, Deus não tinha obrigação de criar a humanidade e muito menos de criar-nos a você e a mim como indivíduos. E tudo o que acompanha a vida é também dom de Deus. O poder de ver e falar, a saúde, os talentos que possamos ter – cantar, desenhar ou cozinhar um prato -, absolutamente tudo é dom de Deus. Mas são dons chamados naturais. Fazem parte da nossa natureza humana. Existem certas qualidade que têm acompanhar necessariamente uma criatura humana, tal como Deus a designou. E propriamente não se podem chamar graças.</p> <p>Em teologia, reserva-se a palavra “graça” para descrever os dons a que o homem não tem direito, nem sequer remotamente, dons a que a sua natureza humana não lhe dá acesso. Usa-se para nomear os dons que estão “sobre” a natureza humana. Por isso dizemos que a graça é um dom sobrenatural de Deus.</p> <p>Mas a definição ainda está incompleta. Há dons de Deus que são sobrenaturais, mas, em sentido estrito, não se podem chamar graças. Por exemplo, uma pessoa com câncer incurável pode curar-se milagrosamente em Lourdes. Neste caso, a saúde dessa pessoa será uma dom sobrenatural, pois foi-lhe restituída por meios que ultrapassam a natureza. Mas, se quisermos falar com precisão, essa cura não é uma graça. Há também outros dons que, sendo sobrenaturais na sua origem, não podem ser qualificados como graças. Por exemplo, a Sagrada Escritura, a Igreja ou os sacramentos são dons sobrenaturais de Deus. Mas este tipo de dons, por sobrenaturais que sejam, atuam fora de nós. Não seria incorreto chamá-los “graças externas”. A palavra “graça”, porém, quando utilizada em sentido simples e por si, refere-se àqueles dons invisíveis que residem e operam na alma. Assim, precisando um pouco mais a nossa definição, diremos que graça é um dom sobrenatural e interior de Deus.</p> <p>Mas isto levanta-nos imediatamente outra questão. Às vezes, Deus dá a alguns eleitos o poder de predizer o futuro. É um dom sobrenatural e interior. Chamaremos graça ao dom de profecia? Mais ainda, um sacerdote tem o poder de mudar o pão e o vinho no corpo e no sangue de Cristo e de perdoar os pecados. São, certamente, dons sobrenaturais e interiores. Serão graças? A resposta é “não” a ambas as perguntas. Estes poderes, ainda que sejam sobrenaturais e interiores, são dados para beneficio de outros, não daquele que os possui. O poder que tem um sacerdote de oferecer a missa não lhe foi dado para si mesmo, mas para o Corpo Místico de Cristo. Um sacerdote pode estar em pecado mortal, e no entanto a sua missa será válida e obterá graças para os outros. Pode estar em pecado mortal, mas as suas palavras de absolvição perdoarão aos outros os seus pecados. Isto leva-nos a acrescentar outro elemento à nossa definição de graça: é um dom sobrenatural e interior de Deus, concedido para a nossa própria salvação.</p>]]></itunes:summary>
				<description>A graça divina</description>
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				<author>jvergilio@hotmail.com (Pe. Vergilio)</author>
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				<itunes:keywords>A Graça de Deus</itunes:keywords>
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				<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 14:52:54 +0000</pubDate>
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				<title>Teologia da Criação</title>
				<itunes:subtitle>Criação Divina</itunes:subtitle>
				<itunes:summary><![CDATA[<p>A importância da verdade da criação vem de que é “o fundamento de todos os desígnios salvíficos de Deus; (...) o começo da história da salvação, que culmina em Cristo” (Compêndio, 51). Tanto a Bíblia (Gn 1,1) como o Credo começam com a confissão de fé no Criador.</p> <p>Diferentemente dos outros grandes mistérios da nossa fé (a Trindade e a Encarnação), a criação é “a primeira resposta às questões fundamentais sobre nossa origem e nosso fim” (Compêndio, 51), que o espírito humano se propõe e, em parte, pode também responder, como mostra a reflexão filosófica e os relatos das origens pertencentes às culturas religiosas de tantos povos (cf. Catecismo, 285); não obstante, a especificidade da noção de criação só foi de fato entendida com a revelação judaico-cristã.</p> <p>A criação é, pois, um mistério de fé e, ao mesmo tempo, uma verdade acessível à razão natural (cf. Catecismo, 286). Esta peculiar posição entre fé e razão faz da criação um bom ponto de partida na tarefa de evangelização e de diálogo que os cristãos estão sempre – particularmente em nossos dias<a title="" href="https://opusdei.org/pt-br/article/tema-6-a-criacao/#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a> – chamados a realizar, como já fizera São Paulo no Areópago de Atenas (At 17,16-34).</p> <p>Costuma-se distinguir entre o ato criador de Deus (a criação active sumpta) e a realidade criada, que é efeito de tal ação divina (a criação passive sumpta)<a title="" href="https://opusdei.org/pt-br/article/tema-6-a-criacao/#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a>. Seguindo este esquema, são expostos a seguir os principais aspectos dogmáticos da criação.</p>]]></itunes:summary>
				<description>Criação Divina</description>
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				<itunes:keywords>A Criação de Deus</itunes:keywords>
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				<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 14:51:06 +0000</pubDate>
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				<title>A Santíssima Trindade</title>
				<itunes:subtitle>A comunidade Divina</itunes:subtitle>
				<itunes:summary><![CDATA[<p>O mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Deus se revelou como Pai, Filho e Espírito Santo. Foi Nosso Senhor Jesus Cristo quem nos revelou este mistério. Ele falou do Pai, do Espírito Santo e d’Ele mesmo como Deus. Logo, não é uma verdade inventada pela Igreja, mas revelada por Jesus. Não a podemos compreender, porque o Mistério de Deus não cabe em nossa cabeça, mas é a verdade revelada.</p> <p>Santo Agostinho (430) dizia que: O Espírito Santo procede do Pai enquanto fonte primeira e, pela doação eterna deste último ao Filho, do Pai e do Filho em comunhão (A Trindade, 15,26,47)</p>]]></itunes:summary>
				<description>A comunidade Divina</description>
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				<author>jvergilio@hotmail.com (Pe. Vergilio)</author>
				<itunes:author>Pe. Vergilio</itunes:author>
				<itunes:keywords>Santíssima Trindade</itunes:keywords>
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				<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 14:47:40 +0000</pubDate>
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				<title>Teologia da Revelação</title>
				<itunes:subtitle>Dados da revelação de Deus</itunes:subtitle>
				<itunes:summary><![CDATA[<p>A Teologia, ciência de Deus e da salvação humana.</p> <p>O interesse principal da Teologia é Deus e sua atividade salvadora em Cristo. É pois uma ciência teocêntrica. Todas suas afirmações são sobre Deus e a partir das afirmações sobre o ser de Deus procura entender suas ações e pretende dar sentido à existência do homem e do mundo.</p> <p>A Teologia trata de Deus enquanto Deus, isto é, trata do Deus vivo da Revelação, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e de Jacó, o Deus Uno e Trino que se revelou na história da salvação.</p> <p>“O Deus dos filósofos não é o Deus vivo e pessoal que a Bíblia nos testemunha, mas um fundamento do mundo, um Incondicionado e um Absoluto que não pode ser denominado com um Nome pessoa, mas mediante conceitos abstratos. Ao Deus dos filósofos não se pode rezar. Corresponde, sem dúvida, ao pensamento filosófico uma importante função. Proporciona acessos para a compreensão da fé e mostra que a fé em Deus, sobre passando em muito o puro pensar, não é irracional<a href="https://www.presbiteros.org.br/lib/js/tinymce/plugins/paste/blank.htm#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>“.</p> <p>“A Deus ninguém o viu jamais: o Filho único, que está no seio do Pai, Ele nos revelou” (Jo. 1,18). A Teologia depende pois da Revelação dada por Cristo, o Filho Unigênito de Deus.</p> <p>A Teologia estuda o ser de Deus na medida em que pode ser alcançado. Não esquece que Deus é um profundo mistério, que não pode ser conhecido como os demais objetos de conhecimento. A Teologia trata de Deus tanto em si mesmo, quer dizer, enquanto a sua essência, seus atributos e Pessoas, quanto como princípio e fim de todas as coisas. Diz um adágio antigo sobre a Teologia: “Theologia Deum docet, a Deo docetur, ad Deum ducit”.</p>]]></itunes:summary>
				<description>Dados da revelação de Deus</description>
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				<itunes:keywords>teologia e a Revelação</itunes:keywords>
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				<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 14:44:53 +0000</pubDate>
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				<title>Teologia e seu Método</title>
				<itunes:subtitle>Metodologia da Teologia</itunes:subtitle>
				<itunes:summary><![CDATA[<p>A teologia, como o nome mesmo já indica, é a ciência que trata de Deus e das coisas divinas. Quando a razão os investiga à luz de seus próprios princípios naturais, apoiada somente em sua capacidade analítica e demonstrativa, temos o que se chama teologia natural. Quando, porém, a razão estuda a Deus e tudo o que a ele se refere à luz das verdades reveladas e segundo os princípios da Revelação, temos o que se chama teologia sagrada ou sobrenatural. É ao estudo dessa última disciplina que é dedicado o presente curso introdutório.</p> <p>Como a teologia, em seu desenvolvimento histórico, chegou a constituir-se em verdadeiro saber científico? O que é necessário para fazer teologia? Qual o papel desempenhado pela fé nos estudos teológicos? Qual deve ser a postura do teólogo diante do Magistério eclesiástico? A teologia é capaz de nos levar a uma vida cristã mais autêntica, a uma vida de oração mais íntima, a uma relação mais próxima com Deus? Respondendo ao longo de 15 aulas a esses e outros questionamentos, Padre Paulo Ricardo oferece-nos neste curso os instrumentos necessários para colocarmos a nossa inteligência a serviço de uma compreensão mais rica e profunda da fé cristã.</p>]]></itunes:summary>
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				<author>jvergilio@hotmail.com (Pe. Vergilio)</author>
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				<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 14:40:38 +0000</pubDate>
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